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RESUMO DO CURSO

Carga horária:
20 horas/aula (50min).

Número de vagas:
180 vagas

Período de inscrição:
28 de junho a 28 de julho de 2010

Período de Realização:
30 e 31 de Julho de 2010.

Público Alvo:
Magistrados de Curitiba e Região Metropolitana, Ponta Grossa e região, Litoral, advogados, membros do Ministério Público, Acadêmicos de Direito, alunos da EMAP, profissionais afins e convidados.

Local de Realização:
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, Prédio Anexo - Pleno - 12º andar.


Apresentação

Diante do fato de que algumas instituições de ensino superior e o próprio Estado do Paraná terem adotado políticas de ação afirmativa incluindo afrodescendentes e indígenas, é possível que o Poder Judiciário venha a ser ou já esteja sendo chamado a aderir embates sobre o tema.
A EMAP, cumprindo seu papel de oportunizar o aprimoramento técnico e científico da magistratura, considera conveniente que os magistrados e demais operadores do direito aprofundem seu conhecimento sobre o fundamento ético, filosófico e jurídico da ação afirmativa enquanto instrumento de promoção da igualdade e da Justiça Social, especialmente em relação às reservas de vagas para afrodescendentes , de modo a qualificar a prestação jurisdicional e, em última análise, a decisão judicial.
O curso de aperfeiçoamento proposto visa oportunizar aos magistrados o estudo mais aprofundado dos temas correlatos, inclusive com o debate em grupos temáticos, o que efetivamente subsidiará as atividades judicantes.
O Curso Regional de Aperfeiçoamento para Magistrados, sobre o Judiciário e a Efetivação dos Direitos Humanos, promovido pela Escola da Magistratura do Paraná está credenciado junto à Escola Nacional de Formação e Atualização do Magistrado – ENFAM.

Objetivo Geral

Pretende-se com o Curso Regional de Aperfeiçoamento para Magistrados sobre o Judiciário e a Efetivação dos Direitos Sociais, subsidiar e promover o debate jurídico em torno das iniciativas de implementação de reservas de vagas para afrodescendentes nas instituições públicas de ensino e no serviço público, de modo a qualificar a prestação jurisdicional e, em última análise, a decisão judicial.