Na tarde desta terça-feira (17), no Auditório Pleno, a Escola Judicial do Paraná (EJUD-PR) e a Escola da Magistratura do Paraná (EMAP) realizaram a cerimônia de abertura do ano acadêmico de 2026, marcando o início das atividades formativas das instituições.
O evento reuniu autoridades do Tribunal de Justiça do Paraná, representantes de instituições parceiras, magistrados, servidores e convidados, consolidando o compromisso conjunto com a qualificação permanente do sistema de justiça.
A solenidade contou com a presença da Presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Desembargadora Lidia Maejima; do Diretor-Geral da Escola Judicial do Paraná, Desembargador Roberto Portugal Bacellar; e do Diretor-Geral da Escola da Magistratura do Paraná, Dr. Rafael Altoé, que também representou a Associação dos Magistrados do Paraná.
Em sua fala, o Dr. Rafael Altoé destacou o papel estratégico da EMAP na formação jurídica contemporânea, ressaltando a expansão das atividades da instituição e a importância da integração com a EJUD-PR.
“A EMAP chega aos seus 42 anos reafirmando seu compromisso com uma formação sólida, atual e conectada com os desafios reais da magistratura. Hoje, contamos com 308 alunos ativos nos cursos de pós-graduação e 822 residentes jurídicos, números que demonstram não apenas crescimento, mas responsabilidade institucional com a qualidade da formação que oferecemos”, afirmou.
O Diretor-Geral também enfatizou a relevância da parceria entre as escolas: “A atuação conjunta com a EJUD-PR fortalece nosso propósito comum de investir em uma formação continuada, alinhada às transformações do Direito e às demandas da sociedade”.
A programação incluiu, ainda, a apresentação das diretrizes pedagógicas e do calendário de ações educacionais previstas para 2026, além da palestra magna ministrada pelo Dr. Rodrigo Luís Kanayama, que abordou o tema “Viés em Inteligência Artificial”, trazendo reflexões sobre os impactos da tecnologia no campo jurídico.
Com a realização da cerimônia, EMAP e EJUD-PR dão início a mais um ciclo de formação, reafirmando seu papel essencial no desenvolvimento institucional do Poder Judiciário e na construção de uma justiça cada vez mais qualificada e eficiente.

