Palestra com o Autor: “ULISSES DE JAMES JOYCE: UM ESTUDO” – Entrada Franca
Organizado em Maringá pela AMAPAR e EMAP, curso estimula a comunidade jurídica a repensar as decisões judiciais

A AMAPAR e a EMAP trouxeram grande contribuição ao Poder Judiciário com a realização, nos dias 11 e 12 de novembro, do curso “Epistemologia jurídica da prova”. Realizado na sede de Maringá da OAB, o evento desafiador, de grande utilidade à comunidade jurídica, versou um dos principais temas da atualidade para o direito: aspectos epistemológicos da prova no processo civil e penal, como explicou o diretor-geral da EMAP, Clayton de Albuquerque Maranhão, ao ser entrevistado pela AMAPAR. Grande autoridade, também na academia, o desembargador comenta que a abordagem do curso ainda é incomum na doutrina jurídica, cujo interesse todavia tem sido crescente. A análise crítica de institutos jurídicos anacrônicos ligados ao tema da prova proporciona o repensar a metodologia das decisões judiciais, aponta o magistrado. “A partir de um contraditório substancial conducente à qualidade da entrega da prestação jurisdicional, além de uma visão mais acurada quanto à necessidade de reforma legislativa do direito probatório”, completou. Membro da organização, o diretor do núcleo de Maringá da EMAP e diretor legislativo da AMAPAR, o juiz Marcel Ferreira dos Santos, destacou condução dos trabalhos, com ênfase à multidisciplinaridade. “A EMAP e a AMAPAR estão de parabéns pela realização de um evento grandioso em Maringá. O evento multidisciplinar levou todos os profissionais presentes a refletir sobre questões problemáticas envolvendo a prova no processo civil e processo penal. A tomada de decisão pelo magistrado no curso do processo também foi trabalhada brilhantemente durante o evento. O mais interessante é que, além da participação de vários magistrados do Paraná, contamos com promotores de Justiça, advogados, defensores públicos, estudantes e servidores”, acrescentou Marcel. Ouvido pela AMAPAR, o juiz Rafael Altoé, também membro de diretoria, comentou sobre não ter dúvidas da contribuição do encontro. “O caráter interdisciplinar adotado, trazendo-se diferentes perspectivas sobre o direito probatório, inclusive em distintos ramos jurídicos, indica a característica única do evento”, disse. Altoé explica, ainda, que os participantes tiveram contato com abordagens que aliaram prática e teoria, mediante palestras ministradas por grandes autoridades no tema. “Espero, pela qualidade do material apresentado nesses dois dias, que o evento se repita no futuro, em especial porque os problemas tratados são sensíveis a todos que, de algum modo, trabalham com a prova”, afirmou. Convidado do encontro, o presidente da Associação dos Magistrados do Piauí (AMAPI), Thiago Brandão de Almeida, destacou o êxito do evento. “O formato singular, ao adotar um tema padrão para abordagem de vários palestrantes. Visões plurais sobre provas, importantes para a comunidade forense em geral. A AMAPAR e EMAP estão de parabéns”, disse. Participam, na condição de palestrantes: Mayra dos Santos Zavattaro, José Miguel Garcia , Antonio Vieira, Tiago Gagliano Pinto Alberto, José Herval Sampaio Júnior, Marcella Alves Mascarenhas Nardelli, Miguel Kfouri Neto, Hélcio Kronberg, Thiago Brandão e Janaina Roland Matida.
TJPR – MAGISTRATURA: alto índice de aprovação dos alunos da EMAP.

A Escola da Magistratura do Estado do Paraná tem a honra e a alegria de comunicar o índice de aprovação de 88% de seus alunos na fase oral do Concurso para a Magistratura do TJPR. O alto índice de aprovação de nossos alunos representa 50 dos 57 novos Juízes do TJPR. É uma grande satisfação recebê-los na Magistratura paranaense. A aprovação não foi sorte, nem por acaso. Representa o ápice do trabalho desenvolvido por cada um durante um longo período de dedicação e o resultado de todo o esforço na busca incansável da realização de um sonho. Parabéns a cada um pela aprovação. Parabéns aos familiares que sempre estiveram presentes ao longo dessa trajetória. O orgulho e a admiração que hoje sentimos são infinitamente maiores que estas palavras. Alunos EMAP aprovados: ALESSANDRA CORRÊA ANDRÉIA PARREIRA AROLDO PEGORARO DE ALMEIDA CARLOS MENDES CAROLINE TALGATI CECILIA LESZCZYNSKI GUETTER CLAUDIA CASTRO CLAUDIO PANTOJA CRISTIANO DINIZ DA SILVA DANIELA OLIVEIRA DIONÍSIO LOBCHENKO JUNIOR EDUARDO FELIPE NARDELLI EDUARDO SCHMIDT ORTIZ ELISA SABINO DE AZEVEDO DUARTE SILVA ESDRAS BISPO FELIPE CINTRA FELIPE DE SOUZA PEREIRA FELIPE FRANÇA FELIPE REDECKER LANDMEIER FERNANDO ANDRADE FERNANDO BOFONI FREDERICO ALENCAR MONTEIRO BORGES GRESIÉLI TAÍSE FICANHA GUILHERME ORLANDO GUIMERME DE MELLO ROSSINI GUSTAVO GONÇALVES JADE FERREIRA JOSÉ VALDIR HALUCH JUNIOR KEILA GARCIA LARISSA FERRAZ KOTESKI LEONARDO LAUREANO LEONARDO LINDEN LINCOLN HORACIO LINNYKER ALISON SIQUEIRA BATISTA LORANY MORELATO LUCAS CHICOLI NUNES ROSA LUCIANA NUNES LUÍS FERNANDO NANDI VICENTE MALCON CUMMINGS MANASSÉS XAVIER DOS SANTOS MARÍLIA VIZZOTO MARINA DE TOFFOLI MATHEUS MOURA PATRICIA REINERT LANG RAFAEL DA SILVA MELO GLATZL RAPHAEL FIGUEIREDO RAQUEL ALEXANDRE RENATA FIDALGO RODRIGO RIBEIRO TALES DICLER
Na vanguarda, EMAP realiza grande simulado para 60 candidatos que farão …

A EMAP inovou ao realizar, na sede de Curitiba, na sexta-feira e sábado (17 e 18), um grande simulado com 60 candidatas e candidatos aptos à prova oral do atual concurso para ingresso na magistratura paranaense. Coordenados pela equipe de EAD da instituição, os candidatos responderam questões complexas, nos moldes da verdadeira prova oral organizada pelo TJ-PR, com a participação de avaliadores nas mais variadas áreas do Direito e humanística. Depois das baterias de perguntas, todas difíceis e muito bem formuladas, receberam dicas valiosas das magistradas e magistrados que participaram das atividades. Desde a necessidade de revisar os conteúdos, descanso, alimentação e até orientações de postura, dicção e qual roupa usar durante a temida prova. Ao conversar com a AMAPAR, um dos coordenadores do EAD da EMAP, o juiz Marcelo Quentin destacou, ainda, a participação de desembargadores na qualidade de avaliadores, todos com grande experiência, também, em bancas de concursos anteriores. “Os desembargadores não dão folga, fazendo perguntas dificílimas”, ressaltou Quentin. Perguntado sobre as lembranças da época de candidato, o magistrado comentou que a prova oral foi um dos grandes momentos de adrenalina na sua vida. “A tensão é inigualável”, disse, ao lembrar que chegou a ser medicado. “A preparação é fundamental e é o que procuramos passar aos nossos alunos”, explicou. MOMENTOS DE TENSÃO O juiz Mário Celegatto, também membro da talentosa equipe do EAD, aponta que a EMAP preparou, realmente, um curso de excelência, principalmente pela organização e o número expressivo de interessados que optaram pelo simulado. Ao falar de dicas, de como se preparar durante as 24 horas de tensão que antecedem o desafio, o juiz comenta que as orientações são guiadas a tranquilizar os candidatos. “Eu tive dificuldade até de pegar água durante a prova. É muito curioso rever as experiências que você passa, reproduzidas aqui pelos alunos e ter a oportunidade de ajudar”, enfatizou. O magistrado explica, ainda, que sintetizar as respostas, trazer assuntos paralelos e conceitos são de grande ajuda. “Transmita ao avaliador de forma calma e objetiva os conhecimentos adquiridos que vai dar certo”, orientou. A juíza Daniele Motta, que também atua no núcleo do EAD, percebeu que todos os candidatos aptos à prova oral estão extremamente preparados e que o simulado é uma excelente oportunidade para ter contato com colegas, com magistrados experientes. “O candidato se sente acolhido. Os colegas dão sugestões de como se portar e dicas voltadas ao aspecto prático”, destacou. PARA A VIDA PROFISSIONAL O juiz Antonio Evangelista de Souza Netto disse que o simulado realizado pela EMAP é único. “Aqui os alunos são arguidos por juízes de Direito, que passaram pelo concurso e vivem diariamente a prática da magistratura. Conhecem o perfil e a postura dos avaliadores. Não que tenham uma informação privilegiada, mas que convivem com as orientações doutrinárias e jurisprudenciais dos avaliadores”, esclareceu. Netto brinca que se ele tivesse a oportunidade de ter feito o simulado, teria obtido até uma classificação melhor. “Se eu pudesse voltar no tempo, eu não pensaria duas vezes em fazer o curso”, afirmou.
Autoridades aplaudem oportunidade de debater o enfrentamento ao feminicídio em evento

Autoridades do Poder Judiciário de diversas regiões do País estiveram reunidas na semana passada, no auditório da sede administrativa da AMAPAR, em Curitiba, para afinar ainda mais os entendimentos de atuação com ênfase à prevenção à violência de gênero contra mulheres, em especial ao feminicídio. O curso de formação continuada proposto levou o nome de “Avaliação de risco: instrumento estratégico para prevenção do feminício” e foi promovido pela AMAPAR, EMAP, FONAVID e CEVID. Com a participação de magistradas, magistrados e demais profissionais de grande capacidade que atuam na sensível área, os presentes aplaudiram a iniciativa de trazer à tona, de forma técnica, as questões sensíveis, de grande atenção, propostas nas palestras. O diretor-geral da EMAP, desembargador Clayton de Albuquerque Maranhão reconheceu o mérito da organização e o tema proposto. “Esse evento serve de paradigma na discussão transversal de temáticas de direitos humanos no âmbito da Magistratura, exigência dos recentes marcos regulatórios na proteção da condição feminina”, disse. O magistrado também salientou que o curso está credenciado pela ENFAM para fins de vitaliciamento e promoção na carreira de magistrados. Coordenadora do CEVID do TJPR, a desembargadora Lenice Bodstein também falou durante a abertura do encontro. Exaltou a efetividade dos eventos promovidos pela EMAP, além da oportunidade de discutir questões sobre medidas protetivas. “Não podemos omitir as ações”, lembrou, ao comentar da oportunidade de estudar a gestão de enfrentamento ao mal social que é o feminicídio. Também à frente dos trabalhos no curso e atual presidente do FONAVID, o juiz Ariel Nicolai Cesa Dias apontou o intercâmbio e a troca de ideias. O magistrado reiterou que o evento foi credenciado pela ENFAM e filmado para posterior divulgação junto à magistratura. “Os objetivos são esses. Precisamos capacitar cada vez mais a magistratura”, disse. Convidada especial, a desembargadora federal do TRF3 e ex-conselheira do CNJ, Daldice Santana trouxe reflexões sobre a política de enfrentamento ao feminicídio e demais problemas sociais “A família é a miniatura da sociedade. Se existe a violência praticada em casa, não ocorre a naturalização de uma construção harmoniosa do ambiente da sociedade”, alertou. O segundo dia do evento foi prestigiado pelo presidente do TJ-PR, Adalberto Jorge Xisto Pereira, que também teceu elogios à iniciativa proposta, e apresentou o palestrante, na oportunidade, o ministro do STJ, Rogério Schietti. “Os julgados dos ministros são exemplo e paradigmas para todos nós magistrados”, destacou o mandatário da corte paranaense. Por sua vez, o ministro representante do Tribunal da Cidadania, agradeceu a oportunidade de apresentar os entendimentos, além de enfatizar que é um esforço diário trabalhar junto ao tema proposto. Schietti também traçou um panorama da violência de gênero. “A minha tarefa no STJ, no que diz respeito ao tema, é tentar cada vez mais aperfeiçoar a nossa jurisprudência”, comentou. Participaram na condição de palestrantes: Dra. Eugênia Villa (Delegada de Polícia – Polícia Civil/PI) Tema: Investigação policial com perspectiva de gênero Dra. Adriana Ramos de Mello (Juíza de Direito – TJRJ) Tema: Feminicídio: o ápice da violência de gênero Dra. Carmen Hein de Campos (Professora – UniRitter) Tema: Sistema de Justiça e Perspectiva de Gênero no Brasil: Avanços e Resistências Dr. Daniel Fauth W. Martins (Pesquisador – UFPR) Tema: Masculinidades: um panorama dos grupos reflexivos de autores de violência doméstica no Estado do Paraná. Dra. Maísa Baiersdorf Schneider (Psicóloga – CEVID/TJPR) Tema: Relações objetais e a escolha do agressor sob a ótica psicanalítica Min. Rogério Schietti (Ministro – STJ) Tema: Violência de gênero contra a mulher na jurisprudência do STJ Dra. Madgéli Frantz Machado (Juíza de Direito – TJRS) Tema: Avaliação e gestão de risco. Dra. Rubia da Cruz (Advogada – Themis Gênero, Justiça e Direitos Humanos e CLADEM Brasil) Dra. Gabriela Reyes (Psicóloga – UFPR) Dra. Paula Inez Cunha Gomide (Psicóloga – Universidade Tuiuti do Paraná) Tema: Violência de Gênero, Alienação Parental e Abandono Afetivo Dra. Ana Paula Lopes Graf (Advogada, Mediadora e Conciliadora – CECON/TJPR) Tema: Comunicação não violenta para atendimento humanizado nos casos de violência doméstica
De cara nova, EMAP de Curitiba celebra noite de memórias e homenagens

A Escola da Magistratura do Paraná (EMAP) fez na noite segunda-feira (30 de setembro) um ato de verdadeiro reconhecimento à trajetória da instituição, tendo como motivação especial a reinauguração do prédio da sede de Curitiba. Com novos revestimentos, mobiliários, instalações com equipamentos de acessibilidade e demais reparos providenciais, o prédio da Rua Ernani Santiago de Oliveira, bem próximo ao Palácio da Justiça, está realmente de cara nova. Para comemorar o investimento, que traduz o crescimento gradual da EMAP ao longo dos anos, autoridades discursaram e trouxeram boas lembranças, ao rememorarem tempos na condição de alunos e também da oportunidade como professores da instituição. O atual diretor-geral da Escola, Clayton de Albuquerque Maranhão, abriu a noite e fez justo agradecimento ao desembargador Renato Braga Bettega, presidente do Tribunal de Justiça do Paraná no biênio 2017/2018, que possibilitou a reforma do prédio, ao autorizar a destinação de recursos. “É um momento de muita alegria ver aqui reunidos os magistrados que me antecederam neste árduo cargo de diretor da EMAP”, ressaltou o magistrado. Clayton Maranhão recordou dos tempos de aluno da EMAP, ao destacar a presença do desembargador jubilado Ruy Fernando de Oliveira, que foi diretor-geral da instituição. “A Escola da Magistratura, antes de tudo, é feita de pessoas”, destacou, ao agradecer professores e funcionários. O presidente da AMAPAR, Geraldo Dutra de Andrade Neto, prestigiou a solenidade e comentou que foi cursista da instituição, com uma feliz recordação, pois teve a oportunidade de assistir aulas de preparação à magistratura na mesma sala utilizada para a realização do ato nesta segunda-feira. Lembrou dos professores, muitos presentes à solenidade. Destacou que a noite era de agradecimento, principalmente pelo investimento e crescimento da instituição. “É uma grande satisfação reencontrar os senhores na Escola, saber que existe uma continuidade e poder colaborar. Tenho certeza que tudo vai rumar para um futuro muito brilhante”, pontuou. Diretor do núcleo de Curitiba, Eduardo Novacki, falou das diversas atividades desenvolvidas pela EMAP, tanto na formação, como no aperfeiçoamento, além dos cursos e eventos oferecidos à comunidade jurídica, como o debate inclusivo. “Todos nos sentimos em casa na EMAP. Tivemos a participação como alunos e professores. É uma alegria muito grande retornar à nossa casa”, afirmou. Membros da cúpula diretiva do TJ-PR também prestigiaram a solenidade. O presidente da corte paranaense, Adalberto Jorge Xisto Pereira, que no passado dirigiu o núcleo de Curitiba, evidenciou a contribuição dos magistrados que atuaram na direção. “Eu também tenho a minha história aqui, na Escola da Magistratura do Paraná”, afirmou. Coube ao desembargador Noeval de Quadros, diretor-geral da EMAP nos anos de 2004/2005, fazer uma pequena palestra, ou como fez questão de mencionar, trazer momentos de reflexão sobre o papel do juiz, a tecnologia a serviço do Judiciário e a importância da Escola para magistrados e comunidade jurídica. NOVA ESCOLA Diretor da Escola no biênio 2017/2018, responsável pelas tratativas que consolidaram a reforma, o desembargador José Laurindo de Souza Netto recebeu homenagens com o descerramento de sua fotografia na galeria de diretores da instituição. Atual 2º vice-presidente do TJ-PR, o magistrado tem fortes laços com a EMAP. Comentou, durante o ato, que foi necessária a modificação de um entendimento do Tribunal de Contas, além do convencimento junto à presidência do TJ-PR, para vencer os obstáculos e possibilitar a reforma. “Nosso layout precisava se adequar ao formato de aulas em que técnicas de metodologias ativas são apresentadas aos alunos”, explicou, ao externar agradecimentos a todos os envolvidos e à esposa, também presente. José Laurindo teve a oportunidade, ainda na década de 1990, de participar de cursos de formação de formadores em países da Europa. Disse ter aprendido que a EMAP tem a necessidade de solucionar os problemas para transformar a realidade. “Hoje, a nossa escola é especialista em solução de casos completos. Para sermos juízes da contemporaneidade, precisamos saber não apenas o conteúdo jurídico, dogmático, mas exercer a função, sentenciar e, sobretudo, saber ser. Se posicionar diante dos desafios da atualidade”, concluiu.
Academia Paranaense de Letras Jurídicas abre concurso de artigos sobre direito e literatura

A finalidade do concurso é promover a interdisciplinaridade entre o campo do direito com o da literatura, de modo a permitir ao primeiro assimilar a capacidade criadora,crítica e inovadora do segundo e, assim, superar as barreiras colocadas pelo sentido comum teórico, bem como reconhecer a importância do caráter construtivo da linguagem, destacando-se os paradigmas da intersubjetividade e da intertextualidade. Poderão participar Acadêmicos dos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu e stricto sensu dos cursos de direito e letras, bem como profissionais e pesquisadores das referidas áreas de conhecimento. Os artigos poderão ser individuais ou em dupla, não sendo permitida a participação com mais de um trabalho. Os trabalhos serão encaminhados para a Comissão de Avaliação que será composta por CLAYTON DE ALBUQUERQUE MARANHÃO, Direitor-Geral da EMAP, GRACIELA MARINS e ANGELA DOS PRAZERES. A Comissão deverá atribuir notas até 15 de novembro de 2019, sendo que cada artigo receberá de cada avaliador uma nota de 0 a 10, que serão somadas e divididas por três, apurando-se a classificação pela maior média. Em caso de empate prevalecerá o artigo do candidato mais idoso. Veja o Edital completo do I Concurso de Artigos Direito e Literatura.
Magistrados iniciam curso de excelência com destaque na análise econômica do Direito

A exitosa e inédita parceria entre Associação dos Magistrados do Paraná (AMAPAR), Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), Escola da Magistratura do Paraná (EMAP) e Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi efetivada com a abertura, nesta sexta-feira, dia 23, de um curso de excelência para 50 magistradas e magistrados, com destaque à análise econômica do Direito. O curso leva o nome de “Introdução ao Direito e Economia para membros do Poder Judiciário”. O início dos trabalhos aconteceu no auditório da AMAPAR e contou com a participação do presidente do TJ-PR, Adalberto Jorge Xisto Pereira, do corregedor-geral de Justiça, José Augusto Gomes Aniceto, do diretor-geral da EMAP, Clayton de Albuquerque Maranhão e do professor Antônio josé Maristrello Porto, diretor de Estudos de Novos Negócios da FGV e membro do Comitê de Pesquisas Aplicadas da FGV. Na oportunidade, os representantes das instituições, agora parceiras, assinaram um acordo de cooperação técnica e científica, que visa estabelecer parcerias de cunho científico e acadêmico entre as partes signatárias, com o objetivo de intercambiar conhecimentos e práticas. Também contribui para o aprimoramento das instituições por meio da promoção de atividades de ensino e pesquisa, em conformidade com a legislação vigente. Ao prestigiar a abertura do curso, o presidente do TJ-PR, Adalberto Jorge Xisto Pereira, falou da importância da formação constante. “Temos que ter em mente, sempre, que nós precisamos nos atualizar. Temos que ter muita responsabilidade, saber que a magistratura é uma profissão muito difícil. Nós temos uma responsabilidade social muito grande”, comentou. O corregedor-geral, José Augusto Gomes Aniceto reiterou sobre a importância do curso e saudou a magistratura. CAPACITAÇÃO CONSTANTE Ao também representar no ato o presidente da AMAPAR, Geraldo Dutra de Andrade Neto, o desembargador Clayton Maranhão asseverou que a FGV tem como política nacional a capacitação de juízes. “Foram bons propósitos, de pessoas certas, nos lugares certos”, destacou, ao falar do resultado da parceria, que representa verdadeira conquista para a magistratura paranaense. Maranhão comentou, ainda, que o curso, logo que divulgado, já contava com lista de espera, tamanha a importância, além de informar o crescente interesse de juízes pela capacitação constante. Como exemplo, citou a marca atingida de 30 magistrados formadores nas últimas semanas. Antes de iniciar o primeiro módulo, o professor Antônio Carlos Porto Gonçalves lembrou que no Brasil o Judiciário acaba sendo a solução para variados assuntos e, por isso, tende a gastar energia com situações que, talvez, não precisasse. “Vocês são os grandes reguladores do Brasil”, destacou, ao se direcionar aos juízes. O representante da FGV ainda informou que além das certificações pela ENFAM e FGV, que com o curso completo, de todos os módulos, também rende um certificado de Educação Executiva.
EMAP disponibiliza vídeo da palestra “Liderando com autenticidade”

A AMAPAR e a EMAP promoveram nesta quinta-feira, dia 22, para um bom público, a palestra “Liderando com autenticidade”, ministrada pela convidada internacional, Maria Sirois, especialista na área de Psicologia Positiva. “Uma das coisas que aprendemos sobre liderança é de que líderes efetivos compreendem que nós estamos no meio de criar uma história que queremos que se torne o nosso legado”, comentou a palestrante, ao introduzir o tema. A palestra, realizada no auditório da sede administrativa da AMAPAR, contou com a presença do presidente do TRE-PR, Gilberto Ferreira. Coube à magistrada Rafaela Somma, supervisora pedagógica da EMAP, fazer a apresentação da ilustre convidada. O evento teve a colaboração de Henrique Bueno, que fez a tradução simultânea para o português. Confira o vídeo na íntegra da palestra. Sobre a palestrante – É professora no Certificado Internacional em Psicologia Positiva do Wholebeing Institute, nos Estados Unidos e no Brasil, assim como palestrante internacional e autora. Com vasta experiência em Psicologia e Psicologia Positiva (Psy.D.) e consultoria internacional, Maria se tornou uma das maiores especialistas mundiais em resiliência e autenticidade. Conhecida por sua sabedoria, autenticidade e humor desenfreado, Maria traz uma profunda experiência em desenvolvimento de liderança e gerenciamento de estresse para profissionais de qualquer segmento e indivíduos em geral. Seu trabalho cria capacidade e engajamento em torno de estressores, como metas conflitantes, conversas difíceis, expectativas irrealistas e momentos de fracasso – usando esses momentos para alavancar mudanças positivas e sustentáveis. Maria Sirois é Certificada em Investigação Apreciativa pelo Cooperrider Center for Appreciative Inquiry no Champlain College, onde também atua como consultora. É autora de dois livros: “Um Curto Curso sobre Felicidade Após a Perda” e “Todo Dia Importa”.
Magistrados do Paraná relatam à AMAPAR a experiência durante o curso …

Entre os dias 13 a 15 de agosto, magistrados que lecionam ou pretendem lecionar na Escola da Magistratura do Paraná (EMAP) frequentaram, na cidade de Florianópolis, o módulo I, nível I, do Curso de Formação de Formadores semestralmente ofertado pela ENFAM. Alguns participantes relataram à AMAPAR a experiência adquirida, como o desembargador Clayton de Albuquerque Maranhão, diretor-geral da EMAP, que frequentou o curso e destacou a oportunidade, com as aulas, de abordagem de variadas técnicas pedagógicas a partir de metodologias ativas, que veem o magistrado em contínua formação como centro da relação ensino-aprendizagem, como apontou. “Aprendemos a apreender os conteúdos, fazendo e não teorizando. Agindo dessa maneira em sala de aula, percebemos que o magistrado em formação é o protagonista da própria aprendizagem à medida que o conhecimento é construído e não imposto pelo professor”, disse. Clayton Maranhão também lembrou do apoio do TJ-PR e da AMAPAR. “Temos, pois, de agradecer o apoio do presidente do nosso Tribunal, Adalberto Jorge Xisto Pereira, e também o presidente da AMAPAR, juiz Geraldo Dutra de Andrade Neto, cuja sinergia nos permite conduzir a Emap a um patamar de excelência no sistema nacional de Escolas Judiciais, capitaneado pela ENFAM, em Brasília”, complementou. MAIS OPINIÕES Também participante, a juíza Carolina Fontes Vieira apontou a oportundidade para redescobrir o significado e a importância do ensino inicial e continuado. “Acima de todas as competências desenvolvidas em termos de didática, planejamento e execução de ações de formação no contexto da magistratura, permitiu reviver a importância do julgamento humanizado e da complexidade das relações que permeiam a atividade do julgador. Sinceramente, espero poder contribuir com todos os (futuros) colegas da magistratura na multiplicação de ferramentas de ensino e aprendizagem”, completou. A magistrada Bruna Greggio afirmou que o curso de formação foi essencial para a capacitação dos juízes que pretendem transmitir conteúdos, tanto para magistrados que recém entraram na carreira quanto para os que buscam uma formação continuada. “O aprendizado sobre a importância do planejamento das aulas e sobre a escolha da metodologia a ser utilizada foi fundamental para perceber quais são as formas mais eficazes de passar o conteúdo desejado”, disse. Na visão do magistrado Marcelo Quentin o curso pode ser apontado como uma quebra de paradigmas no sentido de mostrar que é possível trabalhar com metodologias ativas no campo do Direito e do Judiciário. “Mais do que isso. Ficou claro que são métodos eficazes no escopo de trabalhar e tornar perene os conteúdos necessários à formação tanto de magistrados de início de carreira quanto de magistrados mais experientes”, explicou. Também participaram dessa primeira etapa as juízas Denise Damo Comel, Danielle Mota Comar, Débora Demarchi e os juízes Mário Celegatto, Antônio Evangelista de Souza Netto e Lourival Pedro Chemim;